A segurança nas emissões aéreas é uma preocupação constante para agências de viagens, especialmente diante de riscos como uso de cartões clonados, acessos indevidos e tentativas de fraude. Nesse cenário, soluções de análise de risco e autenticação ajudam a tornar o processo de emissão mais protegido, oferecendo mais controle para a agência antes da conclusão da venda.

As agências de viagens lidam diariamente com operações que envolvem dados sensíveis, pagamentos, reservas e emissões aéreas. Em um mercado cada vez mais digital, a agilidade é importante, mas a segurança também precisa acompanhar cada etapa da jornada.
Entre os principais riscos enfrentados pelas agências estão o uso de cartões clonados e o acesso indevido aos sistemas. Esse segundo ponto é especialmente crítico, já que uma entrada não autorizada pode comprometer emissões, dados e processos internos da operação.
Por isso, contar com mecanismos de proteção, autenticação e análise de risco se tornou essencial para reduzir vulnerabilidades e apoiar decisões mais seguras no momento da emissão.
O Safeguard é uma solução de análise e proteção contra fraudes em emissões aéreas. Seu objetivo é apoiar as agências na identificação de possíveis riscos antes da emissão de bilhetes, trazendo mais segurança para a operação.
Um ponto importante é que o sistema não toma decisões automaticamente pela agência. Ele analisa a situação, apresenta o nível de risco e permite que a agência avalie o cenário antes de seguir com a emissão.
Na prática, isso dá mais controle ao processo, já que a decisão final permanece com a própria agência.
Uma das funcionalidades do Safeguard é o Token de Autenticação, um recurso de segurança que gera um código a cada 60 segundos.
Esse token funciona como uma camada extra de proteção para operações críticas, ajudando a evitar acessos indevidos e ações não autorizadas dentro do fluxo de emissão.
A agência pode configurar em quais etapas deseja exigir autenticação, como em ações mais sensíveis da operação. Isso permite adaptar o uso do token conforme o perfil e as necessidades de segurança de cada negócio.
Entre os principais pontos dessa funcionalidade estão:
· geração de código temporário a cada 60 segundos;
· autenticação em etapas críticas;
· possibilidade de escolher em quais ações exigir o token;
· acompanhamento por dashboard;
· maior controle sobre acessos e operações.
Além da autenticação, o Safeguard também realiza análise de risco antes da emissão de cada bilhete.
Essa funcionalidade ajuda a identificar comportamentos, transações ou situações suspeitas que possam indicar tentativa de fraude. Com base nessa análise, a agência recebe uma indicação do nível de risco e pode tomar uma decisão mais consciente.
Outro ponto relevante é a possibilidade de criar regras customizáveis. Isso permite que cada agência adapte os critérios de análise de acordo com sua realidade operacional, volume de emissões e nível de segurança desejado.
A análise de risco contribui para:
· identificar possíveis fraudes antes da emissão;
· reduzir exposição ao uso de cartões clonados;
· apoiar decisões com base em critérios de segurança;
· adaptar regras ao perfil da operação;
· trazer mais visibilidade para situações sensíveis.
Cada agência possui um nível diferente de exposição a riscos e uma forma própria de operar. Por isso, o Safeguard permite diferentes configurações de uso.
A agência pode utilizar:
· token + Análise de Risco juntos;
· apenas Token;
· apenas Análise de Risco.
Essa flexibilidade permite ajustar a segurança conforme a necessidade da operação, sem tornar o processo mais complexo do que o necessário.
Para que os mecanismos de segurança sejam aplicados de forma eficiente, o Safeguard atua integrado ao sistema utilizado pela agência. A integração permite que as regras de proteção e análise sejam inseridas diretamente no fluxo de emissão.
No Travellink, o Safeguard funciona de forma mais completa, acompanhando a operação e aplicando os recursos de segurança nas etapas necessárias.
Em outros sistemas, é preciso que exista integração para que as funcionalidades possam ser utilizadas corretamente.
Em alguns casos, quando a agência não pode emitir diretamente, ela pode solicitar a emissão para outra agência por meio da chamada OP eletrônica.
Mesmo nesse cenário, a segurança continua sendo importante. O Safeguard também pode analisar o risco nesse processo, ajudando a trazer mais controle para operações que envolvem emissão por terceiros.
A segurança nas emissões aéreas é um tema estratégico para as agências de viagens. Em um ambiente digital, riscos como cartão clonado, acessos indevidos e tentativas de fraude exigem mais atenção, controle e prevenção.
O Safeguard atua nesse contexto ao combinar autenticação, análise de risco e regras configuráveis, permitindo que a agência avalie melhor cada situação antes da emissão.
Mais do que automatizar decisões, a solução oferece informações para que a agência tenha mais segurança, visibilidade e controle sobre suas operações, reduzindo riscos e fortalecendo a proteção em uma das etapas mais sensíveis da venda de viagens.